Tava lendo uma reportagem do escritor Ariano Suassuna, um texto em que ele comentava sobre cultura tanto no âmbito erudito quanto no âmbito da formação do caráter. O que me chamou atenção foi a forma como ele costurou o texto com uma citação de um músico e compositor, Capiba [1904-1997], que dizia ficar indignado quando falavam que cachorro gosta de osso. Ele dizia: “Só dão osso ao cachorro, depois dizem que ele só gosta disso. Bote um osso e depois um filé, para ver qual ele escolhe.”
Daí veio minha reflexão sobre algumas questões que já vinha tentando responder, por exemplo, sobre o modo de agir de algumas pessoas.
Seria o fato de estas pessoas estarem acostumadas a terem só “osso” ao alcance, que ao ver alguém buscando algo mais, o “file” da questão, elas desenvolvem um comportamento aversivo e fazem de tudo para atrapalhar o objetivo daqueles que querem algo melhor?
Na verdade, não acredito muito nessa visão Lamarckista de ver as coisas. Por isso, não aceito que estas pessoas, em nome de uma equivocada inveja, tentem impedir que as outras pessoas entrem em contato com o “filé”. Querem que todos só tenham osso?
A inveja é mais prejudicial do que a falta de capacidade. Nunca ouvi falar de um gênio que tivesse inveja, porém já ouvi histórias de quem teoricamente não tinha capacidade, mas que conseguiram grandes conquistas com esforço e dedicação.
Podem me chamar de utópico, mas não pensem que vivo numa redoma, num ambiente todo controlado, o que alem de impossível, é absolutamente indesejável.
Sei que desde os primórdios há o bem e o mal, a lealdade e a traição, o caráter e a falsidade. Assim parece que esses males são quase uma herança genética, mas na época mais efervescente da genômica , acredito estar mais que na hora de bloquear a ação desses genes.
Ah! Não sou nazista, nem gosto da idéia de uma raça pura. Só não quero a proliferação dessa desnutrição do caráter em razão do desequilíbrio provocado por uma quantidade imensa de “osso” disponível.
Para terminar, vou me aproveitar de dois comentários de Suassuna.
Primeiro: “A vida é sonho e os sonhos vida são.”. Eu sonho bastante, por saber que na realidade é muito difícil de combater a falta de caráter que dilacera a sociedade.
Segundo: “Das três chamadas virtudes teologais, sou fraco na fé e fraco na caridade, só me resta a esperança. Eu sou o homem esperança.”
Eu não sou fraco de fé, na caridade tenho deixado a desejar, confesso. Na esperança, também me considero o homem da esperança.
Acho que a esperança é o acréscimo que a gente faz ao que é real.
Daí veio minha reflexão sobre algumas questões que já vinha tentando responder, por exemplo, sobre o modo de agir de algumas pessoas.
Seria o fato de estas pessoas estarem acostumadas a terem só “osso” ao alcance, que ao ver alguém buscando algo mais, o “file” da questão, elas desenvolvem um comportamento aversivo e fazem de tudo para atrapalhar o objetivo daqueles que querem algo melhor?
Na verdade, não acredito muito nessa visão Lamarckista de ver as coisas. Por isso, não aceito que estas pessoas, em nome de uma equivocada inveja, tentem impedir que as outras pessoas entrem em contato com o “filé”. Querem que todos só tenham osso?
A inveja é mais prejudicial do que a falta de capacidade. Nunca ouvi falar de um gênio que tivesse inveja, porém já ouvi histórias de quem teoricamente não tinha capacidade, mas que conseguiram grandes conquistas com esforço e dedicação.
Podem me chamar de utópico, mas não pensem que vivo numa redoma, num ambiente todo controlado, o que alem de impossível, é absolutamente indesejável.
Sei que desde os primórdios há o bem e o mal, a lealdade e a traição, o caráter e a falsidade. Assim parece que esses males são quase uma herança genética, mas na época mais efervescente da genômica , acredito estar mais que na hora de bloquear a ação desses genes.
Ah! Não sou nazista, nem gosto da idéia de uma raça pura. Só não quero a proliferação dessa desnutrição do caráter em razão do desequilíbrio provocado por uma quantidade imensa de “osso” disponível.
Para terminar, vou me aproveitar de dois comentários de Suassuna.
Primeiro: “A vida é sonho e os sonhos vida são.”. Eu sonho bastante, por saber que na realidade é muito difícil de combater a falta de caráter que dilacera a sociedade.
Segundo: “Das três chamadas virtudes teologais, sou fraco na fé e fraco na caridade, só me resta a esperança. Eu sou o homem esperança.”
Eu não sou fraco de fé, na caridade tenho deixado a desejar, confesso. Na esperança, também me considero o homem da esperança.
Acho que a esperança é o acréscimo que a gente faz ao que é real.
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